{"id":14661,"date":"2016-06-03T12:22:11","date_gmt":"2016-06-03T15:22:11","guid":{"rendered":"https:\/\/mjtom.com.br\/site1\/?p=14661"},"modified":"2022-01-07T13:03:10","modified_gmt":"2022-01-07T16:03:10","slug":"recurso-especial-sobe-ao-stj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sinprfsp.org.br\/index.php\/2016\/06\/03\/recurso-especial-sobe-ao-stj\/","title":{"rendered":"Recurso Especial sobe ao STJ"},"content":{"rendered":"<div class=\"descricao\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">A a\u00e7\u00e3o pleiteia os efeitos financeiros de um aumento dado a militares de alta patente em 1993, e cujo entendimento do Judici\u00e1rio tem sido a obrigatoriedade de sua extens\u00e3o aos servidores civis. A a\u00e7\u00e3o do Sindicato de SP foi interposta em 2005 (Processo n\u00ba 0010642-76.2005.4.01.3400) junto \u00e0 4\u00aa Vara Federal, e em 2008 os autos da Apela\u00e7\u00e3o evolu\u00edram \u00e0 Segunda Inst\u00e2ncia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Em outubro de 2009 a Turma julgadora, por maioria dos votos, deu provimento parcial \u00e0 Apela\u00e7\u00e3o, garantindo, no entanto, apenas o pagamento de uma fra\u00e7\u00e3o (parte considerada incontroversa pela Uni\u00e3o) dos valores pleiteados, e ainda deixando de fora os PRF que ingressaram ap\u00f3s 1994. A aceita\u00e7\u00e3o da execu\u00e7\u00e3o desta parte dos valores sem a imediata interposi\u00e7\u00e3o do recurso cab\u00edvel acabou atrasando o prosseguimento do processo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Em agosto de 2010 foram apresentados Embargos de Declara\u00e7\u00e3o, julgados apenas em agosto de 2014, sem altera\u00e7\u00e3o no resultado do julgado. Com a manuten\u00e7\u00e3o da decis\u00e3o foi finalmente interposto o Recurso Especial (setembro de 2014) cuja admiss\u00e3o foi julgada em abril deste ano.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Agora o processo segue para o STJ. Segundo os termos da Decis\u00e3o de abril de 2016: \u201c(\u2026) diante da relev\u00e2ncia da fundamenta\u00e7\u00e3o, caber\u00e1 ao Superior Tribunal de Justi\u00e7a, \u00faltima inst\u00e2ncia no que concerne ao exame das quest\u00f5es envolvendo a interpreta\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o do direito infraconstitucional, pronunciar-se a respeito da mat\u00e9ria que constitui objeto de recurso especial.\u201d<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Alguns colegas por vezes questionam o motivo da demora da finaliza\u00e7\u00e3o deste processo j\u00e1 que em outros Estados j\u00e1 teria havido o pagamento. O que a atual Diretoria do Sindicato pode dizer \u00e9 que n\u00e3o tem como se responsabilizar por escolhas erradas tomadas em gest\u00f5es anteriores: a n\u00e3o interposi\u00e7\u00e3o do recurso em 2009, e a escolha pelo caminho dos embargos, foram respons\u00e1veis por um atraso de 4 anos; e que quando os embargos foram julgados em agosto de 2014, j\u00e1 na gest\u00e3o do colega Marcos, no m\u00eas seguinte o Recurso Especial foi interposto, e agora em abril recebemos a boa not\u00edcia da admiss\u00e3o do recurso e de sua evolu\u00e7\u00e3o ao STJ.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: medium; font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">Temos mantido uma pol\u00edtica de transpar\u00eancia no acompanhamento das a\u00e7\u00f5es judiciais, disponibilizando o acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o sobre todas as movimenta\u00e7\u00f5es, para que n\u00e3o haja espa\u00e7o para especula\u00e7\u00f5es. Qual o pr\u00f3ximo passo? Como a pr\u00f3pria decis\u00e3o esclarece, o STJ \u00e9 a \u00faltima inst\u00e2ncia para que a Uni\u00e3o tente protelar o pagamento destas verbas.<\/span><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A a\u00e7\u00e3o pleiteia os efeitos financeiros de um aumento dado a militares de alta patente em 1993, e cujo entendimento do Judici\u00e1rio tem sido a obrigatoriedade de sua extens\u00e3o aos servidores civis. 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